Aos 32 anos, o biomédico Dênisson Lima Oliveira decidiu cursar medicina.

Nunca é tarde para aprender e realizar sonhos. Depois de oito anos atuando na área de ultrassonografia, o biomédico Dênisson Lima Oliveira decidiu aos 32 anos cursar medicina. No 3º período do curso na Universidade Tiradentes (Unit), campus Estância, ele concilia a profissão de biomédico e a rotina de estudante. O sonho que parecia impossível no início criou forma e depois de se formar, ele pretende atuar na medicina e retornar à área acadêmica.

Tudo começou quando ele era professor do curso de Educação Física na Unit, lecionando disciplinas da área da saúde, como anatomia, fisiologia e estatística. “Há mais ou menos três anos, visitei um grupo de pesquisa visando uma área de estudo de mestrado para meu crescimento profissional. Foi quando a vontade de fazer medicina falou mais alto. Era algo impossível, pois estava parado nos estudos para vestibular. Mesmo assim, fiz um vestibular na Unit, mas não fui classificado”, relembra.

Isso não impediu Dênisson de tentar novamente. No segundo semestre de 2022, passou em primeiro lugar no processo seletivo de Transferência externa para o curso no campus Unit Estância. “Tomei a decisão mais acertada na minha vida, que foi a de correr atrás do meu sonho de fazer medicina. Para isso eu tive que abdicar de várias coisas para poder me concentrar. Tenho como futura colega de profissão a minha mãe que é minha maior incentivadora e exemplo de profissionalismo, disciplina e dedicação a cuidar do próximo”, conta.

“Estou no terceiro período de medicina da Unit Estância, conciliando a profissão e o aprendizado. Não está fácil, mas será muito satisfatório quando olhar para trás e ver tudo que eu superei para chegar até ali. Retornei para Estância de coração aberto a vivenciar tudo novamente, mas com um olhar e uma perspectiva diferentes desta vez. A maturidade veio para somar”, acredita.

Para ele, a Unit é essencial em sua trajetória. “Existe um Dênisson antes da Unit e outro Dênisson depois da Unit. Quando iniciei a docência, tive uma evolução pessoal e profissional absurda. Muita coisa mudou: a comunicação foi a melhor delas, falar em público era um problema. Essa evolução está me ajudando bastante no processo de aprendizado PBL que exige do aluno essa habilidade”, diz.

“O curso tem uma qualidade excelente, onde utiliza o PBL com método de ensino. Ainda mais com uma estrutura física nova e moderna para oferecer conforto e qualidade aos discentes. A Universidade Tiradentes, então, abriu as portas para que esse sonho impossível tomasse forma, criasse corpo e mente voltados para o ser médico, o melhor ser médico que possa haver. Pretendo voltar à sala de aula para ensinar esse método diagnóstico fascinante que é a ultrassonografia”, revela o futuro médico.

Fonte: Asscom Unit