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Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) é uma metodologia consolidada na Unit. Visita do Tribunal Superior do Trabalho reforça protagonismo da Instituição de Ensino Superior. 

Com o objetivo de conhecer a metodologia Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) já aplicada pela Universidade Tiradentes (Unit) há quatro anos, representantes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) visitaram a instituição na última terça-feira, 29. De acordo
 com a juíza auxiliar da Presidência do TST, Eliana dos Santos Alves Nogueira, atualmente, existe a demanda de aperfeiçoar o processo interno de educação voltada para os jovens aprendizes no âmbito do TST.
“O nosso foco hoje é conhecer como a universidade desenvolve essa metodologia e em que medida poderemos nos utilizar desse aprendizado para estruturar um projeto de aprendizagem profissional, no âmbito do TST, que desenvolva competências e habilidades com foco maior na empregabilidade”, falou Eliana Nogueira. 

A conexão entre o acadêmico da Unit e o TST se deu por indicação do Instituto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (InPulse) que realizou uma formação técnica para jovens em vulnerabilidades social e o órgão se interessou. “Como eles fazem lá a aprendizagem
 profissional, e estavam buscando métodos, formatos diferentes de conduzir, apresentamos a Universidade Tiradentes como uma grande referência em ABP. Foi então que o se interessaram em conhecer de perto para que eles podem levar à aprendizagem profissional
 dentro do órgão”, explicou o diretor InPulse, Marcos Vasconcelos, que fez a ponte por meio do coordenador de empreendedorismo da Unit, professor José Walter Filho. 

Segundo professor José Walter, a Unit foi indicada justamente por ter êxito ao trabalhar a ABP na formação dos seus estudantes. “O TST e o TRT estão buscando formas de apresentar uma qualificação profissional para os estudantes que são seus jovens aprendizes,
 e através de uma relação da universidade com o Instituto Impulse, apresentou o modelo que a Unit oferece por meio da ABP. Intermediamos essa visita para que eles conheçam como é o formato que a universidade aplica com excelência, para levar esse exemplo como
 uma inspiração para o modelo que eles possam aplicar junto aos jovens estudantes que passem a receber no órgão”, explicou o coordenador de empreendedorismo da Unit, professor José Walter Filho. 

O Pró-reitor de Graduação e Extensão da Unit, professor Ronaldo Linhares, apresentou os avanços adquiridos com a metodologia ABP à comitiva do TST. “Esse é um modelo que tem sido aplicado em várias universidades do mundo e tem dado muito certo. Aqui na Unit,
 já estamos há quatro anos aprimorando esse modelo e a proposta é muito simples: dar sentido à aprendizagem do aluno. E como é feito? Colocando o aluno no seu dia a dia mostrando que tudo o que ele aprende na universidade tem aplicabilidade. O nosso modelo
 propõe que esse aluno aprenda fazendo.  Ele dá um significado concreto para aquilo que ele aprendeu. O objetivo de dar sentido à aprendizagem e fazer com que o aluno esteja preparado pro mundo de uma forma mais aberta, não só aos saberes e conteúdos, mas às
 competências socioemocionais e habilidades humanas”, contou Linhares. 

Os coordenadores dos cursos de Direito e de Tecnologia da Informação, Mário Jorge Fortes e Luiz Gomes, respectivamente, apresentaram êxitos importantes de alunos que foram conquistados por meio da prática da ABP. No turno da tarde, a comitiva conheceu exemplos
 práticos empresariais incluindo case da Residência de Software das Unit com o Porto Digital PE. 

“Ao invés de você aguardar a chegada do profissional ao mercado você traz o mercado pra dentro da instituição de ensino. Então ao longo do curso, os alunos aprendem a resolver problemas da sociedade problemas dos empresários problemas das situações sociais,
 com os conhecimentos dos projetos que os professores formalizam desses desafios. A residência de software é uma forma de você fazer esse processo. A forma do estágio que a gente conheceu digamos que ela está hoje dentro da instituição de ensino”, concluiu
 o professor José Walter Filho. 

ABP
A Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) é considerada uma das práticas mais eficazes do Século XXI por aumentar a motivação dos estudantes em aprender, trabalhar em equipe e desenvolver habilidades colaborativas. Nela, os estudantes são instigados a atuar com questões e problemas reais, advindos de demandas da sociedade, inclusive, colaboram na criação de soluções e apresentam os resultados das intervenções. Além de entender mais ativamente sobre os conteúdos propostos, o estudante se capacita para o mercado de trabalho desde cedo, contribuindo com o desenvolvimento social.

Fotos e texto: Asscom Unit