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Consultoria estratégica criada por João Camilo e Carlos Augusto transforma informações públicas em inteligência organizada para apoiar a tomada de decisão.
Todos os dias, atos públicos das mais variadas espécies são divulgados em Diários Oficiais. Seja em âmbito municipal, estadual ou federal, a atuação administrativa do Governo impacta a vida da população, sem falar nas mais diversas tramitações legislativas e decisões judiciárias. Para empresas e instituições que dependem – direta ou indiretamente – do setor público, esse volume de informação pode ser um problema: como filtrar e priorizar aquilo que, de fato, é relevante para o seu negócio?
A resposta tem nome: “RADAR”, empresa formada pelos sócios João Camilo (Diretor de Inteligência e Operações), com trajetória no jornalismo sergipano e no serviço público federal; e Carlos Augusto (Diretor de Relações Institucionais), com anos de experiência no Marketing e no ramo da Comunicação Pública. Agora, o mercado local dispõe deste novo serviço, que promete aproximar a atuação do Estado e a tomada de decisão no setor privado, por meio do monitoramento estratégico de atos públicos.
Entrevistamos os idealizadores da RADAR, uma iniciativa que nasce com a proposta de transformar informações públicas dispersas em inteligência estratégica organizada.
1) O que é a RADAR e como surgiu a ideia do serviço?
João Camilo: A RADAR é consultoria estratégica especializada na leitura institucional de atos públicos. A ideia surgiu da percepção de que há um grande volume de informações oficiais, mas pouca capacidade de organização e leitura estratégica. Ou seja, o problema não é a falta, mas o excesso de informação pública. A RADAR nasce para transformar esse volume em algo estruturado e útil à tomada de decisão no setor privado.
2) Qual é o método da RADAR para analisar os atos públicos?
João Camilo: O método se baseia em quatro etapas: coleta, filtragem, classificação e cruzamento. Monitoramos diariamente publicações oficiais nas três esferas de governo e aplicamos filtros para identificar apenas os atos com potencial de impacto. Em seguida, realizamos uma leitura de conjunto, classificando e conectando esses atos.
3) Como o serviço da RADAR é oferecido e entregue para as empresas?
Carlos Augusto: A RADAR funciona por assinatura mensal, com entregas contínuas. O cliente recebe boletins semanais por e-mail, com os principais atos filtrados e uma leitura estruturada do contexto. Também enviamos alertas extraordinários via WhatsApp, quando há impacto imediato, e relatórios mensais de consolidação, com uma visão mais ampla dos movimentos institucionais.
4) A RADAR atua com todos os setores ou há segmentos mais aderentes ao serviço?
Carlos Augusto: O serviço pode ser aplicado a qualquer segmento que mantenha relação direta ou indireta com o poder público. No entanto, há maior aderência em empresas que atuam em setores regulados, aquelas que contratam ou fornecem junto ao Estado, além de grupos representativos que lidam diretamente com a dinâmica governamental – como federações, associações ou sindicatos.
5) Que tipos de atos públicos são acompanhados pela RADAR?
João Camilo: O núcleo está nos atos do Poder Executivo, como leis, decretos, portarias, resoluções, editais, chamamentos, avisos de licitação e pregões. Também acompanhamos tramitações legislativas e decisões do Judiciário quando têm impacto relevante. O critério não é o tipo de ato, mas seu potencial de impacto.
6) Em que a RADAR se diferencia de um clipping tradicional ou de serviços automatizados?
Carlos Augusto: O clipping tradicional reúne o que foi publicado na imprensa; a RADAR faz uma leitura do Estado. Nosso foco não é quantidade, mas relevância. Enquanto soluções automatizadas tendem a replicar conteúdo, atuamos com perspectiva analítica, conectando informações dispersas e oferecendo uma leitura estruturada do que realmente exige atenção.
7) A tecnologia e a inteligência artificial têm papel no serviço?
Carlos Augusto: Sim, a tecnologia é uma aliada importante no processo de coleta e organização das informações. Mas a decisão editorial é sempre humana. A inteligência artificial ajuda a otimizar o fluxo, mas a análise, a interpretação e a definição do que é relevante passam obrigatoriamente por uma curadoria humana e qualificada.
8) Para finalizarmos, que tipo de ganho concreto uma empresa pode ter ao assinar o serviço da RADAR?
João Camilo: O principal ganho é previsibilidade. Ao acompanhar sinais institucionais de forma estruturada, a empresa consegue antecipar movimentos do poder público, identificar oportunidades de contratação e se preparar para mudanças regulatórias ou operacionais. Isso permite decisões mais informadas, menos reativas e mais estratégicas ao longo do tempo.




