A chegada de 2026 foi celebrada na Praia da Cinelândia, na Orla de Atalaia, com uma grande festa que reuniu mais de 150 mil pessoas em um clima de tranquilidade e convivência familiar. A programação apostou na diversidade de ritmos e na valorização dos talentos sergipanos, com apresentações de Maysa Reis, Leone, O Nobre, Unha Pintada, Calcinha Preta e Mikael Santos, que animaram o público ao longo da noite. O Réveillon dos Sergipanos marcou a virada do ano ao consolidar um modelo de celebração seguro e acolhedor, reforçando a identidade cultural local e transformando um dos principais cartões-postais da capital em espaço de encontro e celebração para moradores e visitantes.
Abrindo a noite de shows, a cantora Maysa Reis definiu a apresentação como um momento de retomada, já que não se apresentava no Réveillon de Aracaju há 14 anos. Ela destacou a realização pessoal de voltar ao palco da virada e a importância de integrar uma programação inteiramente sergipana. “Estar aqui é uma realização. Estou em êxtase por participar do Réveillon dos Sergipanos, é um presente poder trazer um show feito com muito amor e entrega. Só tenho a agradecer pela oportunidade, e tenho certeza de que muitas outras virão. Nada melhor do que uma programação totalmente sergipana, que valoriza os artistas da terra. A gente espera muito por essas oportunidades de tocar na nossa cidade, no nosso estado, especialmente em uma festa que reúne tanta gente, sergipanos e visitantes. É uma chance de mostrar o nosso trabalho e a força da nossa música”, disse.
Na sequência da programação, o cantor Leonne, o Nobre, levou o brega ao palco da virada com uma apresentação marcada pela energia, mantendo o público animado do começo ao fim. Natural de Lagarto, do povoado Brasília, o artista ressaltou a representatividade de um evento composto exclusivamente por atrações locais e a dimensão alcançada pela festa. “Hoje é um dia especial e muito importante para mim. Estar aqui é representar o meu lugar e ver a grandiosidade desse evento em Sergipe, que atrai turistas, movimenta a economia do estado e valoriza os artistas da terra. É uma oportunidade de mostrar que aqui também existem artistas com projeção nacional. Essa é uma iniciativa muito bacana”, afirmou.
Com um repertório marcado pelo arrocha, o cantor Unha Pintada se apresentou na sequência e destacou a importância da iniciativa da Prefeitura de Aracaju ao apostar em uma programação totalmente composta por artistas locais. Para ele, integrar um Réveillon de grande porte representa reconhecimento e motivo de celebração. “Ser valorizado como artista da terra e fazer parte de um evento tão grandioso é uma felicidade imensa, que só nos enche de gratidão. Isso nos dá força para chegar a 2026 com fé, vigor e disposição para trabalhar, fazer sucesso e levar alegria para o povo”, afirmou. O cantor também adiantou projetos para o próximo ano, lembrando que, ao longo de 2025, gravou novos materiais que ainda estão sendo lançados, além da preparação de um CD previsto para 2026 e outras produções já pré-agendadas. “O público pode esperar muita emoção, porque a gente não para nunca. Desejo um 2026 com muita paz, amor e, principalmente, saúde, porque tendo saúde a gente corre atrás do resto”, disse.
Responsável pela contagem regressiva, a banda Calcinha Preta conduziu a chegada de 2026 com a energia que o público aguardava. Celebrando 30 anos de carreira em 2025, o grupo destacou as conquistas recentes e os novos ciclos iniciados, marcados pela reformulação da formação. O cantor Daniel Diau ressaltou o significado do momento e a valorização dos artistas locais. “É gratificante estarmos em casa. Para a gente, é uma honra. Preparamos um repertório especial para todo o público sergipano. Aqui é onde nasceu a Calcinha Preta, e a valorização que a Prefeitura de Aracaju tem dado aos artistas da terra é muito importante”, afirmou. Bell Oliver também adiantou novidades para 2026, como o lançamento do DVD Mágica, gravado em dezembro e apresentado em primeira mão ao público aracajuano.
O Réveillon dos Sergipanos também marcou a estreia da nova formação da banda, com o retorno de Marlos Viana e a chegada de Mika Rodrigues. Para Mika, a participação no evento teve um significado especial. “É uma emoção ímpar, porque foi daqui que surgiu a Calcinha Preta. Em tão pouco tempo já participar de um evento tão grandioso, como o Réveillon de Aracaju, que agora é a minha nova casa, é algo que me deixa muito feliz”, destacou. Já Marlos Viana celebrou o retorno após uma década afastado. “Eu vinha de uma carreira solo muito boa e, quando surgiu a possibilidade de voltar, aceitei de imediato. Amo as pessoas que fazem parte dessa banda”, disse.
Outra vocalista do grupo, Ohara Ravick, também falou da emoção de se apresentar em casa na virada do ano e da preparação especial do show. “O nosso show está incrível. Preparamos um repertório diferente para agradar os fãs que estão aqui. O público de Aracaju é muito exigente com a Calcinha Preta, afinal a banda é da casa. Tenho certeza de que essa virada será marcada por muita alegria e emoção”, ressaltou.
Encerrando a programação da noite com o projeto In Brega, o cantor itabaianense Mikael Santos manteve o público animado do início ao fim do show. Vivendo um momento especial na carreira, o artista destacou a importância de integrar a programação do Réveillon dos Sergipanos e a responsabilidade de se apresentar em um palco de grandes proporções, diante de uma multidão. “É uma responsabilidade muito grande subir em um palco desse, com um público que já dá para ver que está em completa sintonia. Pela primeira vez participando do Réveillon de Aracaju, estou muito feliz e com certeza vou fazer um grande show para a minha galera”. Ao celebrar a chegada do novo ano, Mikael também fez questão de saudar o público que escolheu Aracaju para a virada. “Quero mandar um abraço para toda a galera que veio de fora para curtir essa orla maravilhosa e passar o Réveillon aqui. Que Deus abençoe o ano de 2026 de todos vocês”, concluiu.




