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Presidente estadual do PDT participou da Plenária Sergipe com Lula, no Sindicato dos Bancários

"É o Brasil que vai botar um freio na extrema-direita na América Latina. É responsabilidade nossa impedir que ela vença aqui", destacou o presidente estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT-SE) e ex-prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, que participou na tarde desta sexta-feira, 9, da Plenária Sergipe com Lula, realizada no Sindicato dos Bancários, em Aracaju.

O ato reuniu lideranças políticas e militantes, com o objetivo de mobilizar a sociedade em torno da campanha de reeleição do presidente Lula no segundo turno das eleições de 2026, marcado para 25 de outubro.

Para Edvaldo, o encontro simboliza a união de forças políticas em torno de uma causa comum. "Hoje aqui é um dia para comemorarmos no sentido de que nos reencontramos, no sentido de que estamos juntos por uma grande causa. Essas forças que estão aqui na mesa e as que estão no plenário, que representam o povo brasileiro, nos dão esperança de que podemos enfrentar o momento grave que estamos vivendo", afirmou.

Diálogo com quem não votou

O ex-prefeito defendeu que a militância vá às ruas para conversar com os eleitores que se abstiveram ou votaram em candidatos de centro-direita. "É preciso entender que 33 milhões de brasileiros não foram às urnas, e muita gente que votou em candidatos de centro-direita votou por equívoco, por erro e por incompreensão. Precisamos ter grandeza, tranquilidade e altruísmo para convencê-los a votar no nosso projeto, que é o melhor projeto para o país", declarou.

Segundo Edvaldo, é preciso manter o diálogo com os dois públicos. "Nós temos que ir naqueles que não foram votar e oferecer uma perspectiva de futuro", disse. O ex-prefeito disse ainda que Sergipe pode ser um dos estados mais prejudicados caso o grupo adversário vença. "A gente precisa dizer isso ao povo, falar e explicar facilmente, para que o cara que está no Uber, que acha que vai melhorar com Bolsonaro, entenda que não vai", afirmou.

O presidente do PDT-SE também defendeu que a campanha apresente propostas para os próximos anos. "Nós não podemos falar só do passado. Nós fizemos muita coisa neste país, muita coisa em Sergipe, mas precisamos falar do futuro: da tecnologia, do desenvolvimento, das novas profissões, do futuro para o nosso país avançar", afirmou. Ele lembrou que o próprio Lula tem reforçado essa orientação no programa de campanha de que "agora nós temos que falar do futuro", pontuou.