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Resgatado em 2003 e reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial de Sergipe, bloco movimenta a economia e fortalece uma das mais tradicionais manifestações carnavalescas do estado
O Rasgadinho, um dos mais tradicionais blocos carnavalescos de Sergipe, vai além da folia e se consolidou como uma importante fonte de geração de emprego e renda para centenas de trabalhadores. Realizado nas ruas do bairro Cirurgia, o evento movimenta diversos setores da economia, fortalece o turismo e contribui para a valorização da cultura sergipana.
Criado em 1962, o Bloco Rasgadinho é um dos maiores atrativos carnavalescos do estado. Desde 2003, após décadas sem ir às ruas, a tradição foi resgatada e é organizada anualmente pelo atual pré-candidato a deputado federal Robson Viana, que, enquanto deputado estadual, foi o autor da lei que declarou o Rasgadinho Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado de Sergipe.
Com normalmente cinco dias de programação, o bloco gera empregos diretos e indiretos, movimenta a economia e amplia a renda de centenas de trabalhadores, além de fortalecer a cultura e o turismo em todo o estado, especialmente na capital, Aracaju. Ao longo dos anos, o Rasgadinho contribuiu para manter viva uma tradição histórica do carnaval de rua, reunindo diferentes gerações de foliões e fortalecendo o sentimento de pertencimento e identidade cultural entre os sergipanos.
Para Robson Viana, que participa da organização do Rasgadinho há mais de duas décadas, a trajetória do bloco demonstra como a cultura popular pode contribuir para o fortalecimento da identidade sergipana e para a criação de oportunidades. “O Rasgadinho carrega uma história que faz parte da identidade de Aracaju e de Sergipe. Ao longo dos anos, o bloco mostrou que a cultura tem a capacidade de reunir pessoas, fortalecer tradições e criar oportunidades. Mais do que realizar uma festa, nosso compromisso sempre foi contribuir para que essa manifestação popular continue gerando impactos positivos para a cidade e para quem encontra nela uma oportunidade de trabalho”, pontua.
Juliana Oliveira é ambulante e, neste ano, participou pela primeira vez do Rasgadinho, comercializando churrasquinhos e bebidas. Para ela, a festa possibilitou um aumento significativo na renda em comparação aos dias comuns de trabalho. “Esse foi meu primeiro ano trabalhando no Rasgadinho e pretendo comercializar novamente nas próximas edições, porque esse evento, além de muito organizado, me ajudou bastante a pagar as contas. A renda chegou a ser quatro vezes maior do que nos dias normais. São eventos como o Rasgadinho que me ajudam a pagar a parcela do meu apartamento, pois é dessas festas que nós, ambulantes, sobrevivemos e tiramos nosso dinheiro extra”, ressalta.
É no período carnavalesco que centenas de pessoas, assim como Juliana, encontram uma oportunidade de ampliar a renda. Além dos ambulantes, o Rasgadinho também movimenta uma ampla cadeia de profissionais envolvidos direta e indiretamente, como músicos, artistas, técnicos de som e iluminação, equipes de produção, seguranças, montadores de estruturas e trabalhadores do setor de alimentação.
A programação, que valoriza artistas de renome local e nacional e atrai milhares de foliões, também contribui para o aumento da circulação de pessoas na capital, beneficiando segmentos ligados ao comércio, transporte e turismo.
Fonte: Assessoria de Comunicação do pré-candidato a deputado federal Robson Viana




