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Encontro em Aracaju reuniu experiências de diferentes regiões do Nordeste e contou com a participação da presidente do Fonseas, Kátia Born
Práticas desenvolvidas em diferentes estados do Nordeste foram colocadas lado a lado nesta segunda-feira, 24, durante o III Seminário Estadual Primeira Infância no SUAS, em Aracaju. A secretária Érica Mitidieri recebeu representantes de sete estados nordestinos para uma agenda de intercâmbio sobre os desafios encontrados no atendimento às crianças e às famílias.
A programação contou também com representantes do MEC, MDS, Unicef, RIL, Tribunal de Justiça, Ministério Público e outras instituições ligadas à pauta.
"Além dos 75 municípios sergipanos, temos representantes de sete estados do Nordeste, do MEC, MDS, Unicef, RIL, Tribunal de Justiça e Ministério Público. Uma troca que reforça a transversalidade da primeira infância, conectando assistência social, saúde, educação e diferentes áreas em torno do cuidado com as nossas crianças", afirmou Érica.
Entre as participações esteve Kátia Born, presidente do Fórum Nacional de Secretários de Estado da Assistência Social (Fonseas) e secretária de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social de Alagoas. Sua presença inseriu no encontro também o debate sobre a articulação entre os estados e o apoio às gestões municipais na execução das políticas de proteção social.
Pernambuco apresentou sua experiência por meio da pedagoga Ivânia Silva, representante da Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas.
"É um evento construtivo, motivador e uma experiência muito bem elaborada. Estamos apreciando outros estados com as suas práticas e investimentos na primeira infância. Parabenizo demais Sergipe por essa iniciativa, abraçando os estados do Nordeste e promovendo essa ação no mês reservado à primeira infância", afirmou.
Na Paraíba, a coordenadora do Serviço de Proteção Social Básica, Jaciclene Rodrigues, destacou a necessidade de colocar os primeiros anos de vida no centro das políticas.
"Esse é um seminário que dá visibilidade a essa fase, que é única e fundamental. É uma porta aberta para o desenvolvimento da criança. A política pública tem que voltar os olhos para o início desse período, que é tão importante", disse.
A Bahia levou uma experiência relacionada à assistência técnica aos municípios e ao brincar como instrumento de proteção social.
"Trouxemos nossas experiências, nas quais temos levado apoio técnico aos municípios, demonstrando a importância do brincar para a proteção social", explicou Jonata Costa, coordenador da Proteção Social Básica.
Já o Maranhão chamou atenção para a necessidade de construir políticas a partir das realidades encontradas localmente. Para Giuliana Xavier, "discutir primeira infância é, primeiramente, discutir o território".
De Alagoas, Genilda Leão, superintendente da Assistência Social e coordenadora estadual da Primeira Infância, destacou o caráter regional da programação.
"Eu e toda a nossa equipe estamos muito felizes em participar deste grande evento. Foi algo arrojado, porque foram convidados todos os estados do Nordeste para participar e trazer suas experiências realizadas nos seus estados sobre a primeira infância", afirmou.
A diversidade de experiências permitiu que gestores conhecessem soluções adotadas for a de seus estados e discutissem quais delas podem dialogar com as necessidades encontradas em seus próprios territórios.


