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O dia 7 de maio passou a ter um significado ainda mais especial em Sergipe. Através da Lei 9.532/2024 de autoria da deputada estadual Carminha Paiva (PT), a data foi oficialmente instituída como o “Dia da Mãe Atípica” no estado, em reconhecimento à luta, dedicação e força de centenas de mulheres sergipanas que enfrentam diariamente os desafios do cuidado com filhos que necessitam de atenção especial.

A criação da data surgiu da necessidade de ampliar a visibilidade sobre a realidade vivida por mães de crianças com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras e outras condições que demandam acompanhamento contínuo e cuidados permanentes.

Para a parlamentar, a iniciativa representa mais do que uma homenagem simbólica. O objetivo é estimular o debate sobre acolhimento, inclusão e a construção de políticas públicas voltadas não apenas para os filhos, mas também para as mães que, muitas vezes, acabam sobrecarregadas física e emocionalmente.

“Pensamos nessa Lei como uma forma de reconhecer essas mulheres que dedicam suas vidas aos seus filhos com amor, coragem e renúncia. É também um chamado para que a sociedade enxergue a importância de cuidar de quem cuida”, destacou a deputada.

Ao longo do mandato, Carminha tem pautado sua atuação em causas ligadas ao cuidado humano, à inclusão social e à defesa das famílias sergipanas, especialmente das pessoas em situação de maior vulnerabilidade. A valorização das mães atípicas se soma a outras iniciativas defendidas pela parlamentar nas áreas da saúde, assistência social e direitos das pessoas com deficiência.

A data também busca fortalecer a conscientização da sociedade sobre os desafios enfrentados diariamente por essas mães, como a dificuldade de acesso a tratamentos, terapias, suporte emocional e rede de apoio.

“São mulheres que enfrentam jornadas intensas e muitas vezes silenciosas. O reconhecimento dessa luta é fundamental para que elas se sintam acolhidas, respeitadas e representadas”, reforçou.

Neste 7 de maio, o mandato da deputada presta homenagem a todas as mães atípicas sergipanas, reconhecendo nelas exemplos de amor, resistência e dedicação incondicional.