Com a chegada do verão no próximo dia 21, a exposição da pele ao sol é quase inevitável. Para curtir a melhor estação é essencial adotar alguns cuidados e evitar as manchas de pele que podem surgir após dias de praia e piscina. O melasma é uma delas, um distúrbio pigmentar da pele caracterizada por manchas escuras, de tons amarronzados e que afeta mais frequentemente as mulheres, podendo ser visto também em homens.
Ocorre mais comumente na face, nas áreas extra-facial como braços, pescoço e colo também podem ser acometidos. O melasma muitas vezes é causado por uma soma de fatores entre eles hormonais como gestação e uso de anticoncepcionais, predisposição genética, exposição à luz ultravioleta e até a luz visível. As manchas têm formatos irregulares e bem definidos, sendo geralmente simétricas (iguais nos dois lados).
De acordo com a dermatologista do Hospital de Urgência de Sergipe, unidade gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), Vanessa Freire, o primeiro passo para o tratamento é a proteção. “As pessoas acometidas devem aplicar um filtro solar potente com FPS alto nas regiões afetadas. Vale frisar que o dermatologista é o profissional mais indicado para diagnosticar e tratar essa condição”, explicou a médica.
Tratamento
As terapias disponíveis são o uso de medicamentos tópicos e procedimentos para o clareamento. Por se tratar de uma afecção crônica, o melasma não tem cura. Tem controle. É necessária a conscientização do uso do protetor solar não só nos dias de sol, mas, nos dias nublados e chuvosos também.
“Além de protetor solar, deve-se utilizar roupas, chapéus, bonés, óculos escuros, sombrinha e guarda-sol. Toda medida que evita a exposição solar da região acometida deve ser estimulada”, afirma a dermatologista.
SES